13 de junho de 2011

Protocolo Poético - 11 e 12 de junho.

Alívio.

Prazer.

Agora, o frio na barriga começa a surgir...

Misto de sentimentos.

E a gente nem sabe mais o que sente...

Daqui três sextas vamos estrear: LEONCE E LENA.

E ontem, no domingo, conseguimos chegar ao final da peça...

Agora é hora de arregaçar as mangas, levantar as barras das calças e correr com todos os preparativos para que tudo aquilo que imaginamos, se realize.

Alguns estão ansiosos.

Outros, enlouquecendo!... hahaha

Mas tem coisa melhor?

Neste final de semana ensaiamos do meio para o final da peça e agora é fazer os últimos (e não pequenos) ajustes para concluir de vez.

Quase 6 meses de trabalho.

Muitas descobertas.

Muitos desafios vencidos.

Muito drama.

Muito comédia.

E pra alguns, até um tragedinha, quando pensou que não se chegaria ao final da peça.

Mas cá estamos nós.

Não dá pra comparar à vida?

Leonce e Lena nasceu em nós, cresceu, se desenvolveu, ganhou corpo, idéias e estrutura e está quase dando seus filhos (aprendizados e essência, e todas aquelas palavrinhas que queríamos dizer ao mundo) à aqueles que vão ver a peça. E depois? Depois acabará. Talvez renasça no Re-Apresenta do Macu, mas depois, morrerá.

Mas, assim como uma estrela, continuará brilhando, mesmo que em nós e naqueles a quem tocou, mesmo que lá no fundo, lá dentro, lá no coração ou na alma.

E aí?

E aí uma nova vida (peça) irá nascer...

E nós?

Nós nunca mais seremos os mesmos.


Bru


9 de junho de 2011

Nova Arte


Algumas semanas atrás, duas pessoas do grupo acabaram saindo, cada um pelo seu motivo e deixaram de trilhar conosco esta (des)construção de Leonce e Lena.

Enquanto estiveram, agregaram, um pelo seu jeito divertido e ousado de ser e de pensar e de agir. A outra pela sua delicadeza e inocência e, sem dúvida, farão muito falta.

Agradecemos por toda a ajuda da Nath e do Paulo e que eles sejam felizes no caminho que escolheram trilhar.

Agora temos uma nova imagem, que já não tem o nome deles:


Mas tudo o que aprendemos com eles, vamos levar para o palco e para a vida.

"A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida" - Vinicius de Moraes.

Bru


5 de junho de 2011

Protocolo dos dias 28 e 29 de maio

Depois de algum tempo fora das aulas, retornei no ensaio do dia 28. Este tempo ausente da turma foi ruim para meu acompanhamento, mas foi bom para ver a evolução da turma e da montagem. Os personagens parecem que já estão “dando as caras” na peça, que até então estava mais apoiada nos anseios dos próprios atores e o que cada um gostaria de passar nas apresentações. O ensaio evoluiu bem, chegando até a cena de apresentação da Lena e da Governanta.

No dia seguinte realizamos o primeiro ensaio no teatro 4 da unidade Barra Funda, local em que serão feitas as apresentações. Durante esse dia foi possível checar o espaço, fazer a ambientação, verificar as facilidades e dificuldades que serão enfrentadas no momento da encenação. Dentre as facilidades, estão o grande espaço que nos proporcionará mais possibilidades criativas e interações diferenciadas. Entre as dificuldades, as diversas entradas em cena por lados diferentes da sala, trazendo uma cobrança maior de quem estiver fora do espaço cênico.

Agora é a hora de evoluirmos na passagem das cenas e de agilizar a parte de produção, incluindo figurinos, cenários e divulgação da peça.

Realmente foi muito bom voltar e esse tempo ausente mostrou o quanto o teatro é especial e nos transforma para a vida inteira.

Bjs,
Mari.

17 de maio de 2011

PROTOCOLO DO ENCONTRO - 13.05


No encontro de sexta, realizado em um bar, estavam Felipe, Ricardo, Nilzete, Joca e Fabiana.
Foram discutidos pontos voltados principalmente para o cenário e então fizemos uma lista com todos os itens para providenciar.
Consequentemente levantamos questões envolvendo o "caixa" e a necessidade de um compromisso neste sentido.
Trocamos ideias, impressões e algumas serão aproveitadas na peça. Estes encontros mais descontraídos, e nem por isso menos produtivo, deveriam fazer parte da rotina do nosso grupo.

Fabiana.

16/04

Iniciamos com um aquecimento proposto pelo Eli, e então, o professor Felipe pediu para q nos dividíssemos em duplas e fizéssemos uma improvisação das primeiras cenas, ou a cena de Leonce e Valério ou a cena de Leonce e perceptor e para que nessa cena usássemos os movimentos que observamos na aula anterior, que eram movimentos de pessoas no shopping, o professor pediu para que observássemos um menino, uma menina e um idoso, e como não tivemos muito tempo para isso, pediu para que continuássemos observando também durante a semana.

Após as improvisações a sala foi dividida em dois grupos, e o professor pediu para que montássemos uma foto, uma foto q representasse o tédio. Depois dessa divisão cada grupo montou sua foto e um grupo observou o outro, e disse o que achava, depois o Felipe pediu para que algumas pessoas de um grupo passasse para o outro e visse e versa, para que pudesse opinar e mudar o que fosse preciso na foto, e depois um grupo comentou sobre o outro novamente e então a aula foi finalizada.

Deborah Carrascozza de Carvalho

PROTOCOLO DO ENCONTRO - 14.05


Apesar da triste notícia da saída do Paulo do nosso grupo, este encontro foi marcado pelo fortalecimento.
Felipe propôs um exercício relacionado ao sentimento de união, de grupo (com os blocos) e esta é uma questão muito presente (ou ausente) em nossa turma. Iniciamos nossa trajetória desunidos e ao longo deste período, superando os obstáculos, os laços foram se fortalecendo.
Na minha opinião, neste sábado todos estavam mais envolvidos, como algum tempo não acontecia, e este clima de envolvimento propiciou um ensaio mais produtivo, estendendo-se até um novo encontro, que ocorreu no domingo.
No final, algumas questões mais práticas foram discutidas e uma imagem mais concreta da peça vai se delineando.

Fabiana


ENCONTRO

A cada encontro: o imprevisível
A cada interrupção da rotina: algo inusitado.
A cada elemento novo: surpresas
A cada elemento já parecidamente conhecido:
desconhecimento
A cada encontro: um novo desafio, mesmo que
supostamente já vivido
A cada tempo: novo parto, novo compromisso.
A cada conflito: nova faceta insuspeitável
A cada aula: descobrimento de terras ainda não
desbravejadas
A cada aula uma aventura.
A cada aula uma revelação.
A cada aula uma perplexidade.
Cada aula um caminho na busca de mim mesma.
Cada aula um nascimento com o outro.

Madalena Freire